Destiny 2: A Evolução e o Futuro de uma Franquia
Três anos depois que a Bungie lançou o Destiny para os consoles PlayStation e Xbox, o Destiny 2 chegou aos jogadores em 6 de setembro de 2017. Havia muitas expectativas na comunidade de jogadores quando o próximo capítulo da saga Destiny começou a deixar sua marca. A Bungie conseguiu atingir esse objetivo? Segundo o Game Awards de 2017 e o Game Critics Awards, sim, conseguiu.
A Jornada do Destiny com a Activision
Originalmente, o Destiny 2 foi publicado pela Activision em 2017 como um jogo pago para os consoles PlayStation 4 e Xbox One. Foi assim também no lançamento para Windows. Em 1º de outubro de 2019, ele virou um jogo online gratuito com o título New Light, seguido pelo lançamento na Stadia. Em dezembro de 2020, PlayStation 5 e Xbox Series X/S também passaram a usar os jogos no modelo de serviço.
A mudança de pago para gratuito aconteceu depois que a Bungie adquiriu os direitos da franquia Destiny em 31 de dezembro de 2018. Com a Activision fora da jogada, o Destiny da Bungie tinha um futuro novo e promissor pela frente.
Adeus, Activision
Para a Bungie, romper os laços com a Activision foi a melhor decisão que ela poderia tomar. Com a onda de má imprensa ligada à Activision por causa de uma sequência de eventos, manter distância dessa empresa o máximo possível até que a Microsoft (esperamos) assuma seria a escolha sensata para qualquer desenvolvedora.
Do ponto de vista deste jogador, a mitológica história de ficção científica que tornou o Destiny famoso não é tão diferente do Guardião protagonista que a Bungie colocou como personagem principal do jogo. No jogo, os jogadores assumem o papel de Guardião para proteger a última cidade segura da Terra. Usando uma fonte de poder chamada Luz, um time de protetores luta para salvar a humanidade de diferentes raças alienígenas que ameaçam dominar o mundo com as Trevas.
A Nova Luz do Destiny
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Desde que rompeu com a Activision, a Bungie lançou sete expansões. A primeira foi A Maldição de Osiris e a segunda foi Warmind. Na ordem de lançamento, as cinco seguintes foram Forsaken, Shadowkeep, Beyond Light, The Witch Queen e Lightfall. A partir de Beyond Light, o Destiny 2 deu aos jogadores a chance de usar as Trevas como fonte de poder no jogo. Para a Bungie e para os jogadores, isso inaugurou uma nova era para a franquia Destiny, com expansões que trouxeram uma gama mais ampla de opções.
A oitava e última expansão de Destiny 2 é The Final Shape. Este capítulo está destinado a concluir a primeira saga de Destiny e é chamado de “Saga da Luz e das Trevas”. Quando Destiny 2 entrou na quarta temporada, que introduziu Beyond Light, marcou uma nova era para Destiny como franquia, que ainda conta com milhões de jogadores fiéis em todo o mundo.
Destiny vs. Destiny 2
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Como era de se esperar, sempre que há uma sequência preparada para retomar a história original de um jogo, surgem expectativas entre os fãs e a crítica. Destiny não foi exceção ao lançar Destiny 2. Em geral, foi bem recebido por ambos, com elogios à história, à jogabilidade e ao apelo visual do jogo.
Os fãs ainda podiam aproveitar o jogo de tiro em primeira pessoa com elementos de RPG no modo solo, enquanto também acessavam seus elementos de MMO (jogo online massivo para múltiplos jogadores). A grande diferença, porém, era que o original tinha opções de comunicação limitadas, enquanto a sequência incorporou um sistema chamado “Jogos Guiados”. Isso permitia que os jogadores procurassem clãs ao embarcar em raids. Ele ofereceu um modo jogador contra jogador (PVP), em vez de se limitar ao modo jogador contra ambiente (PVE) anterior.
O Futuro de Destiny
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Como a oitava e última expansão de Destiny 2 serve como seu capítulo final, os fãs da franquia na comunidade de jogos estão se perguntando se haverá um Destiny 3. Diferentemente de Destiny e Destiny 2, a Bungie agora se tornou sua própria publisher. The Final Shape, de Destiny 2, está previsto para ser lançado em 2024. Até agora, a Bungie e Destiny têm um histórico sólido que sugere que talvez um Destiny 3 seja possível. No entanto, a Bungie também é a desenvolvedora por trás de Halo, que tem uma rica história de franquia própria.
Embora a Bungie já não esteja com a Activision, ela ainda tem uma empresa-mãe que controla tudo nos bastidores. Desde 2022, a Bungie e o Destiny respondem à Sony Interactive Entertainment. É a mesma gigante dos games por trás dos consoles PlayStation, que hoje trava uma guerra corporativa contra a Microsoft e sua linha Xbox series. No meio disso tudo está a Activision, cuja aquisição total a Microsoft tentou fechar, levando os ativos e o futuro da empresa junto.
A Bungie também fica no meio do fogo cruzado, já que a Sony vem fazendo de tudo para impedir que a Microsoft incorpore a Activision ao seu grupo. No processo, os jogadores acabaram numa situação parecida com a de uma criança vendo os pais brigarem sobre quem tem o direito a quê. No momento, a resposta da Sony para dar um tapa na cara do Xbox é tornar seus jogos mais recentes exclusivos dos consoles PlayStation. Se a Bungie lançar um Destiny 3, que destino ele terá? Vai entrar para a lista de exclusivos do PlayStation ou a Sony vai aprender a maneirar? Só o tempo vai dizer.